Como a psicanálise trata a dependência química — sem fórmulas nem atalhos



A dependência química não é apenas um problema com substâncias.
É um modo de sustentar um sofrimento psíquico que ainda não encontrou palavra.
Na clínica psicanalítica, o vício não é tratado como falha moral nem como desequilíbrio químico isolado — mas como sintoma do sujeito.

Neste vídeo, compartilho meu posicionamento clínico sobre o tratamento da dependência química a partir da escuta psicanalítica — especialmente em casos de álcool e drogas, no consultório.

A psicanálise não oferece técnicas de controle, metas comportamentais nem cronogramas de abstinência.
Ela oferece um espaço de fala, escuta e elaboração.
Um tempo onde o sujeito não precisa se explicar, mas pode começar a se escutar.
Onde o vício não é combatido diretamente, mas desdobrado como formação do inconsciente.

O tratamento não é linear — e tampouco é solitário.
A psicanálise se sustenta na ética da escuta e, quando necessário, dialoga com outros saberes, sem abrir mão de sua posição.

Este vídeo é para quem busca compreender a dependência para além do senso comum, e sustentar uma abordagem ética diante do sofrimento.

O vício, na clínica, é um modo de linguagem. E por isso, exige escuta — não correção.

Vídeo em capítulos:
00:00 Introdução — escopo (álcool e drogas)
02:36 Tratamento multidisciplinar, família e rede de apoio
04:01 Dados: OMS/Brasil e beber & dirigir
05:01 Onde tratar: CAPS AD, hospitais, clínicas e consultório
06:03 Presencial x online
06:44 Psicanálise na prática: lugar de sujeito e função da substância
10:53 Transferência e evidências sobre psicanálise na dependência
12:17 Processo longo, resistências e encerramento

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3 comentários em “Como a psicanálise trata a dependência química — sem fórmulas nem atalhos”

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