Nesta Live – Teremos a participação de Ronaldo Risseto (Voluntário do AE SP) e do Luis Henrique (Adicto em recuperação)

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dependencia quimica é doença
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Respostas de 6

  1. Dr. Flávio, as lives nem sempre consigo assistir ao vivo. Mas , é muito importante tds assuntos abordados. Show de bola!
    E o sr. Tem sido uma uma referência para fortalecer as pessoas que participam o grupo do AE, Compartilho sempre depois q assisto, e se me ajuda, vai ajudar os outros que sofrem com dependência do seu familiar. E como o Luís, o meu filho é muito inteligente e não entendo como entrou nessa. Sim! O texto muito bem colocado e ele ta de Parabéns!
    O Sr tb nos passa uma imagem de otimismo e esperança, compreensão e respeito a td ser humano que sofre.
    Apesar de enfrentar grande problema, por eles chegamos a conhecer pessoas tão brilhantes como o Sr, q brilha e faz o outro brilhar. Que Deus lhe abençoe, lhe inspire e o faça permanecer com essa alegria de sempre. Natal RN

  2. Cláudio, parabéns pela live! Você e Ronaldo me trouxe muito conhecimento, aprendizado! Ao Luis Henrique, o parabenizo pela honestidade e verdade com ele mesmo, desejo que a cada dia ele esteja melhor na busca da sobriedade! Bela reflexão sobre o passo no. 1, quanta sensibilidade!

  3. Boa noite a todos! Eu reconheço que existe sim uma codependência dos envolvidos com um dependente químico na família, mas gostaria de colocar aqui por experiência própria por 13 anos com um filho dependente e claro que cada caso tem suas características mas o lidar com o problema tem uma forma quase que única. Eu tenho muitos questionamentos, como por exemplo, uma família que tem 3 ou 4 filhos e só um desenvolveu uma dependência química, o que explica que as atitudes dos pais sejam responsáveis só por esse único filho? Outra coisa é que sempre senti que que nós pais precisamos tb ser compreendidos pelos apoiadores que o processo que passamos desde o início de uma dependência familiar é demorado, e com muitas etapas, a primeira é pra perceber o uso, depois acreditar que não é passageiro ou só uma fase da adolescência, daí pra frente começam as inúmeras tentativas de lidar com o problema, a fase de você ir atrás da pessoa pra trazer ela pra casa com medo de acontecer o pior, eu fiz muito isso até perceber que não funcionava e parei, deixei meu filho morar um ano em outra cidade perto, dividindo um imóvel com um amigo e desliguei pra vê se poderia dar uma acordada mas não deu, e são tantas tentivas que eu poderia ficar aqui a noite inteira! Pra resumir eu criei meu filho único e sozinha, percorri muitos caminhos, várias internações, já usei policia pra conter meu filho em momentos difíceis, nas internacões mesmo com sentimento triste eu fico firme na esperança dele conseguir ajuda e por aí vai. Até hoje meu filho agora com 29 anos e 13 de dependência não conseguiu ainda!

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