46 comentários em “Por que nos viciamos? | Lucas Nápoli”

  1. Sou viciado em masturbação, porém ainda não tive provas reais (pelo menos pra mim) que isso me prejudica.
    Pelo contrário, vejo como uma necessidade biologica; me sinto bem em me aliviar sexualmente.

  2. Muito boa a distinção entre vício e desejo!

    No presente momento me percebo como tendo desejo por cocaína. Mas já tive momentos de vício, de falta de controle e uso em dias comuns de semana

    Atualmente me dou ao luxo de cheirar apenas em festa eletrônica, algo como uma a cada três meses

    Estou certo? Estou no controle? Sinto apenas desejo e controlo ele? Em minha opinião sim. Agradeço opiniões

  3. Precisamos entender uma coisa, vício não é sobre drogas, excesso de trabalho, pornografia, masturbação, vício em tela. É principalmente emocional, é quando você sempre é agressivo com as pessoas, e diz mas eu sou assim mesmo, fica triste pela atitude mas não consegue controlar aquele seu padrão de comportamento. Todos temos algum nível de vício, portanto olhar para o aspecto emocional e a raiz, é que vai fazer vc sair do padrão. Caso contrário, ficar tratando só no plano mental não vai te ajudar a mudar o que de fato é a causa raiz, que chama-se padrão emocional vicioso.

  4. Nossa uaaaaaaau, tô impactada com esse vídeo bem objetivo, ditadico, e simples que explicou de forma simples uma pergunta que me fazia há tanto tempo, e não tinha quase nada sobre a gênese do vício na Internet. Obrigado, através desse vídeo agora entendi perfeitamente. Muitíssimo Obrigado. 😍👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻

  5. Lucas, compreendo o que vc explicou, como sempre, muito bem. Mas penso que tem outra questão aí que vc não abordou: a dependência química. O álcool, tabaco, cocaína, por exemplo, promovem dependência química, não é? E então, a psicanálise pode ajudar a identificar e a se vislumbrar como se restaurar os "buracos"… mas vc não falou nada da dependência química, que seria um outro tratamento, não é? Outra coisa que o Fabiano Rodrigues comentou aqui, há um ano atrás: vícios em certas substâncias como mecanismos suicidas… aos poucos e sempre… e muitas pessoas que fazem uso de substâncias têm consciência disso.

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